Divirta-se, Leila!

Desde 17 de novembro de 1999, sem crônica sua, concluo, amiga, que chegou a sua merecida hora de descansar um pouco da Crônica do Dia. Férias, diga-se de passagem, as 2as mais merecidas. Afinal, você, com as suas 60 crônicas, é a segunda redatora mais importante do nosso cantinho. :-)

Depois do Jayson (de 28.06 a 04.11.99), do Daniel (de 27.07 a 23.09), do Whisner (de 22.08 a 14.11.99), da Carla Dias (de 22.08 a 12.12.99), você foi a premiada para usufruir desse direito constitucional (aproveite bastante, antes que eles acabem com isso também...).

Sinto falta, é verdade, dos seus textos sempre poeticamente construídos, repletos de cores e movimentos, tal qual uma marcha silenciosa, que avança, inteligentemente, com vogais, consoantes, e, acima de tudo, sentimentos rumo à mente e ao coração do leitor. Careço de notícias mais recentes sobre a sua prole felina, anseio ouvir como tem sido os seus passeios (nunca relatados) na vizinhança, bem como se a energia e os cabos de telefones estão, definitivamente, em ordem.

Não se apresse em retornar, pois o Felipe já prometeu que vai fazer um série de crônicas sobre o carnaval pernambucano, inclusive há a possibilidade de ele se mudar para Olinda. Difícil vai ser ele convencer o Abu Zadim... :-)

Quanto ao Eduardo, nem se preocupe! Ele precisa, primeiro, colocar a casa em ordem, publicando as crônicas anunciadas e não escritas. Afinal, ele prometeu no final do ano passado escrever onze crônicas (link para 27 de dezembro). Já se foram sete (a da menina esmagada por um guindaste, a do cravo nas costas, a dos excessos de pontuação, a da polêmica sobre se o milênio começa em 2000 ou 2001, a do bug do milênio, a da loura e do catador de coisas na praia e a das formigas de asas). Ainda faltam quatro: a da mulher com um leque no ônibus, a da ficha do ônibus, a sem assunto definido e a sobre as almas gêmeas.

Retificando: são sete (a conta do mentiroso!). Ou será que você, Duju, acha que eu me esqueci da sua promessa de 2 meses atrás?

"E o meu palito são três crônicas que apanhei na beira da estrada: a verdadeira e última explicação para o problema da seca no Nordeste, a revolução no mundo dos self-services e coisas que o DETRAN devia fazer em todo lugar mas só faz em Natal. Podem me cobrar! Mas agora, não, só depois que eu me recuperar do melhor da estrada no melhor ainda de uma cama."

Boa sorte, amigo...

Paulo Barguil
22/01/2000

 
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